Hoje é Dia Mundial do Sono! Afinal para que serve Dormir?

O que precisamos saber?

Dormir é tão importante quanto beber água ou alimentar-nos, sabias?

É tão importante quanto ler, estudar ou treinar!

Um terço da nossa vida a dormir por boas razões!

Limpar a mente e fazer a manutenção para nos mantermos saudáveis!

Não consegue dormir? Comece por desligar os ecrãs 1h antes da hora de se deitar!

O que acontece quando vemos ecrãs (ex.: telemóvel, tablet, tv, pc) antes de adormecer:
A luz intensa dos fotões vinda dos ecrãs, estimulam, dizem ao cérebro para se manter acordado, para não produzir melatonina (hormona produzida quando há ausência de luz, regula o relógio biológico fazendo com que tenhamos sono à noite e mais disposição pela manhã).
Como não adormecemos, continuamos a “aproveitar o tempo” a ler/responder a e-mail a varrer as redes sociais enquanto o tempo vai passando, acabamos por adormecer, por exaustão, bem mais tarde. Se adormecermos por ex.: à 1h e acordarmos cedo ex.: 6h, teremos dormido menos do que o recomendado 7h a 9h!

Impacto:
Enquanto dormimos os nossos neurónios descansam, mas mais importante: as células da glia (de suporte) limpam as toxinas que os neurónios produziram. Esta limpeza só é possível quando permanecemos em repouso/a dormir entre 7h a 9h. (Apenas uma minoria de pessoas (5%) precisam de dormir menos.)

Dormir horas insuficiente tem impacto ao nível da diminuição:
– da atenção
– da memória
– da capacidade de resolver problemas
– dos níveis de insulina – que ajudam a regular o metabolismo. Provavelmente começamos a ganhar mais peso e a comer mais.
– É tóxico para as ligações do cérebro.
É SIMPLES:
MELHORA A QUALIDADE DA SUA VIDA, dormindo mais, tomando a DECISÃO CONSCIENTE de DESLIGAR OS ECRÃS CEDO (ex. uma hora antes de ir para a cama.)!

Sono Profundo importante para a qualidade das relações que estabelecemos.

Aguardamos estes novos dispositivos, até lá durmam bem!

 

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Quando iniciei o caminho da parentalidade consciente foi como o encontro entre uma mão e a sua luva!

Tudo encaixa e passa a fazer sentido!

Mas, não é assim para todas as pessoas!

A parentalidade nos nossos tempos é desafiante em níveis diferentes de algumas décadas atrás!

A sociedade evoluiu sem ter em conta as necessidades das crianças. E os pais lá vão tentando dar reposta a tudo o que lhes surge, cada vez mais isolados, com pouca ou nenhuma rede familiar e com empregos mais exigentes face ao aumento da competitividade!

Não será expectável, num momento de tantas evoluções tecnológicas, dotarmos os pais de instrumentos que lhes permitam redescobrir recursos internos e externos que lhes facilite a vida!???

Se educar é das coisas mais importantes que iremos fazer ao longo da nossa vida, não será salutar a nossa curiosidade sobre o que as ciências têm vindo a descobrir sobre o desenvolvimento humano, aumentando o leque de respostas ao nível da parentalidade??

Então, porquê a resistência?

Quando percebo o que está na base das críticas de alguns pais a este enquadramento da Parentalidade percebo que surge de uma de duas razões: o desconhecimento dos princípios em que assenta e/ou um olhar radical como se tratasse de atingir a perfeição! O que explicaria a frustração que sentem ao tentar pôr em prática, os pensamentos acusatórios, os sentimentos de culpa, vergonha e zanga! Afinal o ser humano é imperfeito, a “perfeição” resulta de uma construção das nossas mentes!

Dou-me conta que existe mais permeabilidade para falar de desporto, culinária, artes decorativas, aprender a utilizar uma nova rede social digital,  do que disponibilidade para sair do piloto automático e tomar consciência que parentalidade estamos a praticar…

O que também é compreensível, já que a nossa tendência é replicar o modelo de educação que tivemos. E exige coragem tomar consciência do impacto que a mesma teve na nossa vida.

Mas, existe diferença entre “foi o que me fizeram e não morri por causa disso” de “quero dar mais e melhor aos meus filhos”, afinal evoluir é isso mesmo, certo?

Em cada geração esperam-se saltos evolutivos! Ou vamos continuar com um léxico pobre e dasatualizado: “isto é birra” (quando não faz o que quero); “castigo, ou palmada” (como remédio para a birra), “fazes o que te digo porque sou eu que mando” (…)???

Sei que ambos queremos o melhor para nós e para os nossos filhos, certo?

Então, convido-te a parar e respirar, sim! Por nós! Porque estamos a fazer o melhor que conseguimos com os recursos de que dispomos. Apesar dos comentários sarcásticos de alguns supostos “teóricos” para agradar aos pais mais críticos, a realidade é que até hoje todos os pais/mães/educadores com os quais abordo esta questão acabam por desabafar que este é um desejo genuíno “conseguir controlar-se”! Estou cá para apoiar todos os que o desejam praticar! Quantos desentendimentos, zangas, guerras, até homicídios não teriam sido evitados se o tivessem conseguido fazer! ?

Quando me questionam:

Mas os pais nunca tiveram de aprender nada para desempenhar os seus papéis porquê começar agora?

Convido-te a colocares com gentileza estas questões e responderes para ti:

Como está a correr a tua experiência enquanto pai/mãe/educador?

Se te sentiste confortável com a resposta que te surgiu (ao nível dos pensamentos, das emoções, e das sensações corporais) podes parar de ler aqui!

Se sentiste alguma dormência convido-te a continuar a ler!

Como queres que seja a tua vivência da Parentalidade?

Imagina que tenho uma varinha mágica que te pode conceder desejos: que desejos pedias, enquanto pai/mãe/educador, para além de saúde?” (escreve, mesmo que agora não te façam sentido!)

E por aqui seguiríamos!

Com perguntas inspiradoras para chegares à tua essência! Em todas as minhas áreas de trabalho (psicóloga, instrutora de massagem infantil, facilitadora de parentalidade consciente) o meu papel é sempre de facilitadora, pois o/a especialista és tu!

Não existem receitas, cada feto, bebé, criança, adolescente, adulto, sênior é único!!!! Cada pessoa tem dentro de si as respostas que precisa para se continuar a desenvolver!

Para os mais céticos, acrescento que esta educação tradicional (que gostam de salvaguardar) tem claramente potencial de crescimento se não, vejamos: a depressão, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), será uma das doenças mais incapacitantes até 2019, sendo uma doença que tem por base uma baixa auto-estima.

A auto-estima que é fruto das nossas vivências e educação, fruto da voz interior que fomos ouvindo enquanto crianças e que permanece dentro da nossa cabeça e nos acompanha em adultos. Voz essa que condiciona a minha forma de me relacionar comigo mesmo, com os outros, com os desafios da vida!!

Que voz ouves?” Este é o reflexo da tua educação!

O que andamos nós a dizer aos nossos filhos?” Será a voz que os irá acompanhar até em adultos!

Se queres proporcionar uma educação ao nível da “última geração tecnológica”, estou cá para te apoiar!

Se ainda não sabes o que queres, mas não estas satisfeito com a forma como atualmente vives a tua parentalidade, estou cá para te apoiar!

Se gostavas de saber um pouco mais sobre ‘Parentalidade Consciente’ também estou cá para te apoiar!

E sempre de coração aberto!

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“Quero-te a ti Mamã!!!”

O meu coração fica apertado!

É a frase que me faz parar! Sim, é a âncora que a minha filha lança para me alcançar quando estou longe (estando perto)!

Felizmente já aprendi a não ter medo de sentir culpa, assim como a deixá-la ir…

Fico a olhar para os seus enormes, deliciosos e meigos olhos pretos!

“Desculpa!” digo-lhe enquanto me consolo no seu abraço!

Antes deste momento tinham vindo outros momentos de birra de ambas as partes, intervalados com momentos mágicos (como chamo aos momentos em que consigo pôr em pratica as intenções Mindfulness).

Foi nos momentos em que fiquei agarrada a pensamentos e julgamentos que deixei de estar conectada com este Ser: frases como “ela tem de aprender! Não pode ser sempre como ela quer! Se tivesse de cumprir horários, não podia ficar aqui à espera que se decida vestir!”

Julgamentos, mitos e crenças limitadoras da nossa cultura têm mantido as necessidades de afeto e conexão na sombra. Libertemo-nos para conseguir sentir, ver, escutar, perceber, de coração aberto, o que as “nossas” crianças precisam!

 

A  sua resistência/oposição é proporcional à falta de conexão!

As crianças precisam de conexão, ou a têm a bem, ou exigem-na a “mal” (com comportamentos de oposição e resistência) … já interiorizei esta aprendizagem há alguns anos, mas parece que precisou de ser recordada!

E, está tudo bem!

Hoje o atraso foi mesmo grande, às 9h30 ainda estava decidida a fazer um puzzle comigo de pijama. Todas as outras estratégias não estavam a ser eficazes! Nem a bem, nem a “menos bem”, nada estava a resultar!

Fui 2 vezes para a cozinha acalmar-me, acabei por pedir ajuda ao mano, quando regressei estava sentada no chão, mas já com as calças vestidas. Perguntei-lhe se queria ajuda, respondeu que sim. Disse-lhe que estava muito triste por nos termos desentendido e por ela não ter respeitado o que lhe estava a pedir.

Disse-me: “Sabes, ontem a tisteza estava a chorar…” deu-me as mãos e começou a respirar (cheirar a flor e soprar a vela)

Sabes tão bem o que sinto e do que preciso, afinal és a minha guru!

Foi então que tomei consciência como tinha sido o seu dia anterior: tinha passado mais tempo na escola, o pai esteve fora e eu estava comprometida a cumprir a minha agenda (e consegui às 2h da madrugada! Flexibilidade de trabalhar em casa: deitar às 2h ou às 4h e acordar no máx. às 8h). Os seus apelos foram sendo geridos com alguma artimanha, mas esta guru não se deixa ludibriar! Confesso que gosto que assim seja!

Seguimos as nossas rotinas, com calma, com muito afeto e presença!

Quando chegou à escola ia a cantar e dançar … Estávamos as duas bem nutridas!

É curioso, estamos habituados a ligar eletrodomésticos à corrente, a carregar a bateria dos telemóveis, a abastecer os veículos e o nosso lado emocional como é preenchido, abastecido ou recarregado?

O lado funcional da parentalidade foca-se na sobrevivência: dar comida, dormir, fazer a higiene e até, dar-lhes brinquedos para se “entreterem”!

Faz-me lembrar esta história que conto nas sessões de massagem infantil, enquanto instrutora:

Há alguns anos atrás, num orfanato que permanecia limpo e alimentavam os bebés, constataram que estes continuavam a ficar muito doentes. Até que se aperceberem que estes bebés eram deixados nos berços até para beber o leite, raramente eram pegados ao colo, não tinham experiências de toque pele com pele.

Os seres humanos precisam de ser nutridos com afeto tal como precisam de alimento. A ausência de contacto humano deixa mais fragilizado o sistema imunitário, tornando-nos mais propensos a adoecer!

 

Educar e cuidar de crianças para que vivam uma vida plena implica ter consciência, reconhecer e satisfazer (assim que possível) as suas necessidades de conexão!

 

 E os nossos níveis de nutrição emocional como estão?

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Dia 18/02/2017, 14h30-15h30, Pais e Educadores:

 

Vão falar de Parentalidade Consciente enquanto saboreiam um chá/café/sumo, no Páteo Orgânico/Árvore dos Bebés, no Infantado, em Loures.

Uma oportunidade para aquecer os corações e sair do piloto automático do dia-a-dia.

O que é isto de Parentalidade Consciente?
Como me pode ajudar a lidar com os momentos mais desafiantes?

Descobrir respostas, encontrar novas perguntas para vivenciarmos o melhor de nós, por nós! E pelos nossos filhos!

 

Um contexto informal, com lugares limitados!

Para garantir o seu lugar inscreva-se através do telem.: 966704072 ou por e-mail: ines.gaspar@bestofme.pt

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Um Evento para Pais e Educadores

que pretendem vivenciar uma Parentalidade mais Plena, Confiante e em Harmonia (mesmo em momentos desafiantes), Respeitadora do desenvolvimento integral dos Filhos/Educandos, para que estes floresçam e também eles vivenciem o Melhor de Si!

 

Para receber mais artigos, informações e eventos:

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Uma Parceria com a Árvore dos Bebés

 

Vivemos numa sociedade com problemas de intimidade.

 

Resultado de uma longa e penosa história, em que a sexualidade foi (para alguns ainda é) considerada pecado. Ainda pairam sobre ela tabus, vergonha, um lado obscuro que a mantém nas penumbras dos prazeres lícitos.

 

Mas, como pode o sexo ser algo vergonhoso se todos nós vimos dele?

 

O desalinhamento com esta noção sombria da sexualidade aumenta, sempre que penso que é através dela que geramos os nossos filhos! Os nossos filhos, os seres mais extraordinários, perfeitos com as suas imperfeições, as pessoas mais importantes das nossas vidas que amamos incondicionalmente!

Viemos ao mundo para amar, para viver como se estivéssemos eternamente apaixonados e em harmonia com todos os Seres, com a Natureza e com o Universo!

 

Admitamos, somos uma sociedade sedenta de amor e conexão!

 

Somos dotados de um corpo com, pelo menos, 5 sentidos, 5 formas de poder sentir, saborear e desfrutar, em intimidade profunda, uma das energias mais naturais, poderosas e saudáveis – a orgásmica!

Ainda assim, vivem-se vidas cinzentas, com pouco ou nenhum prazer.

Mas, se viemos ao mundo para amar e estar em conexão, o que nos impede?

Vou-vos contar uma história:

Imaginem que cada um de nós nasceu para ser rei/rainha. O nosso trono está no CORAÇÃO, onde está guardada a nossa sexualidade. A MENTE é o servo responsável por guardar a porta do coração.

Eis que o servo (Mente), numa tentativa de proteger o coração, por ter medo das histórias e mitos que ouviu, pelas crenças limitativas que desenvolveu, até por experiências vividas; fecha a porta do coração para este não sofrer. Deixando a sexualidade lá fechada, como que adormecida!

 

Viver uma sexualidade saudável, em profunda intimidade, com Amor – é uma das dimensões que mais contribui para a nossa qualidade de vida, para uma realização plena, para vivenciarmos o “Melhor de Nós”!

 

Mas a culpa associada aos tabus da sexualidade, o medo de ser rejeitado/abandonado/magoado, a vergonha/insegurança fruto de uma baixa auto-estima; bem como o ritmo acelerado do nosso dia-a-dia; são sentidos pela mente como ameaças ao nosso bem-estar. Ativando os padrões de respostas face ao perigo (fugir, lutar, congelar, desfalecer), originando bloqueios que limitam a forma de experienciarmos a sexualidade!

E, acabamos por fazer amor como fazemos tudo o resto: a correr, sem desfrutar! O que leva a uma sexualidade vivenciada como se viajássemos em turística, quando podíamos viajar em executiva!

Uma viagem na qual nem sempre “estamos lá a 100%”, já que a nossa mente vai dando umas escapadelas: relembrando histórias de vergonha e medo, fazendo julgamentos sobre o corpo, ou até mesmo, relembrando preocupações do dia-a-dia (ex.: “ to do list”).

 

Uma atitude mindful é fundamental para uma sexualidade saudável, isto é, estar verdadeiramente “presente”, com intenção, com curiosidade, sem julgamentos.

 

Conectados connosco ao nível do corpo/coração e mente para que a energia possa fluir. Para vivenciarmos uma intimidade profunda há que ter coragem de nos permitirmos estar vulneráveis, saber os nossos limites e comunica-los, deixarmo-nos ser vistos como somos, praticar a auto-compaixão, aceitando as nossas imperfeições como perfeitas; amar-nos, estimar-nos – ter uma auto-estima saudável.

Só quando damos a conhecer a nossa essência, podemos amar e sermos amados em profundidade, e não apenas ao nível racional (superficial).

 

De realçar que, em estudos, o sexo descomprometido com vários parceiros parece não produzir os mesmos efeitos benéficos para a saúde; na verdade, pode mesmo levar a um envelhecimento precoce, uma vez que é passível de provocar tensão e preocupações!

Num nível superficial corre-se o risco da sexualidade ser vivenciada de modo distorcido, não saudável. Podendo até tornar-se num vício para pessoas com feridas profundas, com baixa auto-estima, desconectadas, podem encontrar no prazer do ato sexual uma forma de se manterem entorpecidas e assim não terem de se confrontar com as dores que as atormentam.

Como em qualquer vício, com o tempo, diminui a obtenção de prazer, pelo que entram numa compulsão, neste caso, em ter dificuldade em controlar o impulso de satisfazer fantasias. Não se conseguem concentrar em outra coisa que não seja a realização das suas fantasias sexuais, afetando sua produtividade no trabalho, nas relações sociais e afetivas.

 

O nosso corpo é sagrado, é lindo tal como é (em todas as fases da vida).

 

É merecedor de cuidados, para além dos mais superficiais ao nível estético, deve ser bem nutrido, exercitado, estimado. Quando falamos de sexualidade saudável falamos de intimidade profunda com alguém que honre esta cumplicidade, zelando pelo nosso bem-estar.

 

O corpo de homens e mulheres tem uma energia natural orgásmica que, quando é vivida na sua plenitude, tem inúmeros benefícios para a saúde física, psicológica/emocional.

 

O neuropsicólogo Davis Weeks, do Royal Edinburgh Hospital, na Escócia, alerta-nos para os seus inúmeros benefícios, principalmente com o avançar da idade, de uma vida sexual saudável ativa, já que reduz o risco de morte prematura e melhora a qualidade de vida.

A sexualidade estimula a produção de hormonas saudáveis, como serotonina, dopamina e oxitocina – hormona do amor e da conexão. Ajuda a criar neuroplasticidade, (i.e. a capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se) ajuda-nos a encarar novas experiências, ao substituir o medo por prazer; para além de evitar a demência.

A libertação de endorfinas, hormonas que nos dão a sensação de prazer, agem como um analgésico e ansiolítico natural, ajudam a relaxar e a descansar melhor – proporcionando o fortalecimento do sistema imunitário. Aumenta a qualidade da circulação sanguínea, levando mais oxigénio aos órgãos, facilitando a eliminação de substâncias nocivas ao organismo (como as que provocam cansaço ou o aparecimento de doenças).

Proporciona exercício aos músculos, ao coração e pulmões, queima calorias e diminui os níveis de colesterol. As contrações musculares que se verificam durante o orgasmo elastificam os músculos urogenitais de mulheres e homens – importantes para uma próstata saudável e evita problemas de incontinência, numa fase posterior da vida. O sexo estimula ainda a segregação de estrogénios, a chamada “hormona feminina” com efeito positivo sobre o aspeto da pele e do cabelo.

Se, até do lado da ciência, a mensagem é “fazer amor é bom para a saúde!”, o que nos falta?

 

É preciso coragem!

 

Pedir autorização à nossa mente para “abrir a porta do coração”, ter a ousadia de estarmos vulneráveis, pois, só assim conseguimos vivenciar verdadeira intimidade, livres do medo de abandono ou rejeição.

Vamos acordar os nossos 5 sentidos e desfrutar do nosso poder enquanto seres humanos!

 

É altura de libertar a sexualidade de modelos desatualizados:

quer dos demónios passados que levaram meninas, raparigas e mulheres a acreditar que tinham de tapar a pele, como se o facto de a expor fosse um convite para os homens “pecarem”; como dos modelos que incitam a exposição desmedida, com base num ideal de beleza inalcançável, com o objetivo de se tornarem mais desejáveis e assim, supostamente, mais dignas de ser respeitadas e amadas!

 

É tempo de mudarmos, por nós e pelas gerações mais novas. Afinal, que histórias lhes andamos a contar sobre os seus corpos, a intimidade, a sexualidade, o amor?  

Estamos a passar-lhes um modelo de “empowerment” da sexualidade, que traga para a luz esta dimensão tão importante para a qualidade das suas vidas, para que a vivenciem a um nível superior?

 

É tempo de mudar a história, ter coragem para abrir a porta do coração e dar-lhe um final feliz!

 

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No outro dia queimei-me!

 

Estava a falar com o meu marido enquanto abria a porta do forno para tirar a comida que estava a terminar de cozinhar, quando agarro a pega da frigideira diretamente com a mão. Lembro-me que estava a olhar para ele, demorei uns microssegundos até largar a frigideira, algo que só fiz porque senti dor!

Quando cozinho no fogão/placa é normal agarrar esta frigideira diretamente, razão pela qual o meu cérebro deve ter achado que seria uma experiência semelhante à de tantos outros dias e não me alertou!

Felizmente o nosso corpo está equipado com vários alertas … a dor é isso mesmo! Se não tivesse sentido dor tinha continuado a agarrar algo que esteve a elevadas temperaturas, provavelmente até ficar sem pele na mão!

 

A Dor é inevitável e existe para nos proteger!

 

Para tomarmos consciência que algo está a colocar em risco a nossa integridade física/emocional ou psicológica. A Dor tem como objetivo manter a nossa sobrevivência!

Com o tempo esquecemos a razão da sua existência e fazemos tudo para nos afastar dela. Mas mais intenso do que a dor é o sofrimento, isto é, a resistência que criamos em sentir a dor.

 

É simples:

Dor + resistência à dor = Sofrimento

 

Se me tivesse queimado desta forma, há uns tempos atrás, para além da dor, teria ficado aflita e criado um alvoroço à minha volta, levando a um desgaste de energia geral… teria sofrido.

 

O que descobri com o MINDFULNESS

 

Um dos tesouros que descobri ao longo das minhas práticas de mindfulness é que posso permitir-me pensar/sentir a dor! Não mudo nada, aceito o que está a acontecer (não por estar resignada, mas porque é a realidade daquele momento, é algo inevitável). Investigo com intenção, sem julgamento, a parte do corpo em que as sensações são mais fortes e utilizo a respiração: inspiro para “respirar para lá” e “saio de lá” quando expiro.

Repito para mim mesma “está tudo bem”!

 

Com o tempo percebi que já não tenho medo, de ter medo da dor! Pode soar estranho, mas é mesmo simples! A dor torna-se menos assustadora e com isso, automaticamente desvanece o sofrimento.

 

Bem, na verdade quando estou em piloto automático ainda utilizo este padrão de resposta de resistir à dor e consequentemente de sofrimento. É nos momentos em que estou verdadeiramente presente – mindful – que me permito estar com o que se está a passar naquele momento, sem julgamentos, que algo mágico acontece!

 

A serenidade que daí advém permite-me ganhar tempo e espaço – maior clareza – para encontrar a melhor resposta (ex.: colocar imediatamente a mão debaixo da torneira com água a correr; desinfetar uma ferida, ou até ir ao hospital, se for algo grave).

 

A Dor é inevitável, o Sofrimento é Opcional – Isto para mim passou a fazer uma grande diferença!

 

Ajudar os nossos filhos a aceitar a dor

 

Enquanto mãe, permitiu-me lidar de forma diferente com os acidentes dos meus filhos. Apoiá-los mais tranquilamente e ajudá-los a aceitar que estão a sentir dor, sem distrações, sem julgamentos, proporcionando o apoio que precisam no momento (ex.. um abraço, colo, beijinho) para os ajudar a estar com a dor.

Já lhes falei sobre o seu papel de nos manter em segurança. Da importância de a escutarmos, já que nos está a transmitir que algo se passa connosco (corpo, mente), a que precisamos de dar atenção.

– “Está tudo bem… a dor é como uma nuvem: chega, fica um pouquinho e depois passa. Onde está a doer? Vamos respirar para ______?” (resposta que a criança deu, ex: joelho)” Inspirar lenta e profundamente para o ajudar a guiar-se, ou dar o exemplo de “cheirar a flor”,  e Expirar “apagar a vela”.

E tudo bem se não o fizerem, pois a âncora da “respiração” ajuda-me a estar mais presente para os meus filhos, com mais compaixão e isso faz toda a diferença na nossa relação!!!

 

A dor faz parte da nossa vida e vai fazer parte da vida dos nossos filhos, ajudá-los a aceitá-la é prepará-los para uma vida com menos sofrimento!

 

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