Desde crianças desenvolvemos um “balão emocional” dentro de nós!

Sempre que nos deparamos com sentimentos desafiantes vamos soprando para o balão. Sopramos quando sentimos medo, zanga, perda de familiares, separações… Sopramos mesmo quando se tratam de sentimentos apaixonantes, vibrantes e maravilhosos, quando não estão “autorizados” a serem expressos, ou têm de ser contidos (como estar apaixonado, abraçar, dar gargalhadas em público …).

E é assim que este balão vai enchendo, enchendo até rebentar!

É quando nos “salta a tampa”! Normalmente acontece junto das pessoas que nos são mais próximas, em circunstâncias que não ‘justificariam’ tal explosão emocional, se só olharmos para a ponta do iceberg e ignoramos tudo o que está por baixo. Tudo o que foi sendo acumulado e recalcado que cria pressão e teima em sair, como o ar de um balão quando encontra um buraco para passar, ou como o vapor de uma panela de pressão!

A explosão de um “balão emocional” pode-se tornar num rastilho de repercussões incontroláveis, já que pode levar ao enchimento de outros “balões emocionais”. Vejamos o exemplo de um chefe que, ao “explodir” com os colaboradores, vai propiciar tanto mais o enchimento dos seus “balões emocionais”, quanto menos estes conseguirem gerir as suas próprias emoções. Sendo que cada um deles pode acabar por explodir o seu “balão emocional” com a sua própria família, filhos podendo levar ao enchimento dos “balões emocionais destes e assim sucessivamente.

Desconexão: a origem do “balão emocional”

Nascemos conectados, as crianças nascem a amarem-se da cabeça aos pés! Nascem a manifestar as suas emoções com autenticidade, com aceitação. As emoções são parte integrante de uma autoestima saudável!

Mas a sociedade, que não aceita grande parte das emoções, que não sabe gerir as mesmas, rejeita a sua manifestação, educa para as recalcar.

Educa-se condicionando: ser forte, não chorar, não mostrar emoções (meninos) ser doce e delicada (meninas), a não dizer que não, a não rir muito alto… e por aí vamos.

Educa-se para a desconexão do coração, das emoções!

E cada vez que não aceitamos as nossas emoções, é uma parte da nossa autoestima de que abdicamos.

Desconexão: um preço alto de mais!

E passamos uma vida a sentirmo-nos insatisfeitos, incompletos, imperfeitos, a sentir que não somos o suficiente. Sem termos consciência do que nos levou para este esboço do que podemos ser. Desconectados das nossas emoções, de parte fundamental do nosso Ser!

A Conexão da Mente & Coração é o que nos permite Estar, Sentir, Viver, Amar a 100%!

Só com esta conexão conseguiremos ter uma relação autêntica connosco e com os outros!

Lembremo-nos: qualquer conquista vem da paixão de encararmos a vida de coração aberto (mesmo quando temos uma mente forte)!

É tempo de nos conectarmos com as emoções! De as aceitar como parte fundamental para a nossa sobrevivência e bem-estar, já que são os semáforos das nossas necessidades. De as aprendermos a gerir!

Gerir Emoções é:

1º reconhecer o que sentimos (aceitar)
2º dar-lhes um nome
3º agradecer estarem-nos a transmitir uma mensagem útil.
Isto é, se estão ou não, a ser preenchidas as nossas NECESSIDADES – que são princípios de vida universais, partilhados por toda a humanidade.
4º Canalizar a sua energia para pôr em prática estratégias válidas que nos permitam preencher as necessidades em causa, no caso das emoções consideradas “negativas” (Ex.: tristeza, medo, culpa, raiva…)

 

Começa a esvaziar o balão antes que exploda!

Por ti, pelas tuas crianças, pela sociedade, pela humanidade!

 

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Já chegou ao netflix “Por 13 Razões”.

Uma série sobre o suicídio de uma adolescente que tem vindo a ter um grande impacto junto do público mais jovem e não só!

Porque falo disso aqui?

Porque esta série, enquanto narrativa viciante, pode passar a ideia do suicídio enquanto uma forma bem sucedida de vingança, ou uma visão fatalista que não vale a pena pedir ajuda…

Ainda assim, é também uma excelente oportunidade de CONEXÃO com o nosso filho/a, de vermos através do seus olhos, ouvirmos através dos seus ouvidos, SENTIR E PENSAR DO SEU PONTO DE VISTA.

ESTAR COM ele(a), de forma GENUÍNA, com MUITA ESCUTA (sem introduzir sugestões), SEM JULGAMENTOS e de CORAÇÃO ABERTO!

Os jovens (tal como as crianças e adultos) precisam de se sentir ACEITES, para terem o vontade de partilhar o que pensam/sente!

É positivo que partilhem connosco, ainda que possamos ouvir coisas difíceis. Quando temos dificuldade em lidar com isso, também podemos pedir ajuda!

Cada mãe/pai é a/o especialistas do seu adolescente, saberão muito melhor o que dizer, como e quando – OUÇAM O VOSSO CORAÇÃO!

Deixo algumas notas e exemplos (apenas ilustrativos) de possíveis áreas a abordar:

O que pensas sobre está série?

“Tenho receio que passe uma mensagem errada que não vale a pena pedir ajuda…

(*)Não estão sozinhos!

São amados e existem pessoas disponíveis para os ajudar: familiares, amigos, profissionais… é importante partilharem o que sentem, pois as outras pessoas podem não estar a perceber o que se está a passar!

Se alguma vez te sentisses assim o que farias? A quem pedias ajuda?”

O nosso cérebro pode pregar-nos partidas!

 “Sabes, o teu cérebro ainda está em desenvolvimento, e pode pregar partidas, basta que exista um desequilíbrio químico para causar uma terrível sensação de mau estar! Felizmente existem formas de colmatar isso! Se tiveres dúvidas podemos descobrir mais sobre estas questões!”

Também isto passará!

Levá-los a tomar consciência que, caso se sintam mal, isso não significa que o irão continuar a sentir para sempre!

A maioria das pessoas já passou por momentos muito difíceis, mas também estes momentos acabam por passar…”

Estou aqui para ti

Já alguma vez te sentiste assim?”

Conheces alguém que esteja a passar por isto? Se precisares de ajuda para apoiar alguém também estou aqui para ti!

A ideia não é que digam de quem se trata, pois podem considerar que estão a trair a outra pessoa, é principalmente de os ajudarmos a apoiar a outra pessoa, aliviando o “peso”!

Se fosses tu como gostarias de ser apoiado?

É uma situação delicada quando tomamos conhecimento de uma situação de risco!

Se o 1º instinto é avisar os familiares da outra pessoa para a situação, se o fizermos sem falarmos com o nosso adolescente este(a) pode sentir-se traído e nunca mais confiar em nós. O ideal é encontrarmos juntos uma forma de apoiar a outra pessoa ““Estou preocupado com [essa pessoa], ela/e já falou com mais alguém sobre o que sente? Pais, professores …?

Se não partilhou, é uma oportunidade para reforçar que (*) “Não estão sozinhos!.

Se já partilhou, podemos passar para outra fase. “Tu já ajudaste da forma que conseguias, por vezes é preciso a ajuda de alguém especializado, não concordas? O que achas de lhe sugerir isso mesmo?

Desmistificar a idealização do suicídio como forma de se vingar das pessoas que os “magoaram/não ajudaram”.

Quem achas que iria sentir mais dor? De que iria servir as pessoas que não ajudaram/magoaram sentirem culpa, remorsos se já não estaria cá para ver?

Todas as pessoas merecem ser Escutadas, Ajudadas, merecem VIVER!

 

Estas temáticas/questões são apenas a ponta do iceberg, servem apenas de sensibilização para a necessidade de se manter um canal genuíno com os adolescentes para os ajudar a lidar com os desafios que enfrentam no seu dia-a-dia!

Caso tenham outro tipo de dúvidas ou questões entrem em contacto!

Estamos cá para vocês!  SUBSCREVAM AGORA

“Quero-te a ti Mamã!!!”

O meu coração fica apertado!

É a frase que me faz parar! Sim, é a âncora que a minha filha lança para me alcançar quando estou longe (estando perto)!

Felizmente já aprendi a não ter medo de sentir culpa, assim como a deixá-la ir…

Fico a olhar para os seus enormes, deliciosos e meigos olhos pretos!

“Desculpa!” digo-lhe enquanto me consolo no seu abraço!

Antes deste momento tinham vindo outros momentos de birra de ambas as partes, intervalados com momentos mágicos (como chamo aos momentos em que consigo pôr em pratica as intenções Mindfulness).

Foi nos momentos em que fiquei agarrada a pensamentos e julgamentos que deixei de estar conectada com este Ser: frases como “ela tem de aprender! Não pode ser sempre como ela quer! Se tivesse de cumprir horários, não podia ficar aqui à espera que se decida vestir!”

Julgamentos, mitos e crenças limitadoras da nossa cultura têm mantido as necessidades de afeto e conexão na sombra. Libertemo-nos para conseguir sentir, ver, escutar, perceber, de coração aberto, o que as “nossas” crianças precisam!

 

A  sua resistência/oposição é proporcional à falta de conexão!

As crianças precisam de conexão, ou a têm a bem, ou exigem-na a “mal” (com comportamentos de oposição e resistência) … já interiorizei esta aprendizagem há alguns anos, mas parece que precisou de ser recordada!

E, está tudo bem!

Hoje o atraso foi mesmo grande, às 9h30 ainda estava decidida a fazer um puzzle comigo de pijama. Todas as outras estratégias não estavam a ser eficazes! Nem a bem, nem a “menos bem”, nada estava a resultar!

Fui 2 vezes para a cozinha acalmar-me, acabei por pedir ajuda ao mano, quando regressei estava sentada no chão, mas já com as calças vestidas. Perguntei-lhe se queria ajuda, respondeu que sim. Disse-lhe que estava muito triste por nos termos desentendido e por ela não ter respeitado o que lhe estava a pedir.

Disse-me: “Sabes, ontem a tisteza estava a chorar…” deu-me as mãos e começou a respirar (cheirar a flor e soprar a vela)

Sabes tão bem o que sinto e do que preciso, afinal és a minha guru!

Foi então que tomei consciência como tinha sido o seu dia anterior: tinha passado mais tempo na escola, o pai esteve fora e eu estava comprometida a cumprir a minha agenda (e consegui às 2h da madrugada! Flexibilidade de trabalhar em casa: deitar às 2h ou às 4h e acordar no máx. às 8h). Os seus apelos foram sendo geridos com alguma artimanha, mas esta guru não se deixa ludibriar! Confesso que gosto que assim seja!

Seguimos as nossas rotinas, com calma, com muito afeto e presença!

Quando chegou à escola ia a cantar e dançar … Estávamos as duas bem nutridas!

É curioso, estamos habituados a ligar eletrodomésticos à corrente, a carregar a bateria dos telemóveis, a abastecer os veículos e o nosso lado emocional como é preenchido, abastecido ou recarregado?

O lado funcional da parentalidade foca-se na sobrevivência: dar comida, dormir, fazer a higiene e até, dar-lhes brinquedos para se “entreterem”!

Faz-me lembrar esta história que conto nas sessões de massagem infantil, enquanto instrutora:

Há alguns anos atrás, num orfanato que permanecia limpo e alimentavam os bebés, constataram que estes continuavam a ficar muito doentes. Até que se aperceberem que estes bebés eram deixados nos berços até para beber o leite, raramente eram pegados ao colo, não tinham experiências de toque pele com pele.

Os seres humanos precisam de ser nutridos com afeto tal como precisam de alimento. A ausência de contacto humano deixa mais fragilizado o sistema imunitário, tornando-nos mais propensos a adoecer!

 

Educar e cuidar de crianças para que vivam uma vida plena implica ter consciência, reconhecer e satisfazer (assim que possível) as suas necessidades de conexão!

 

 E os nossos níveis de nutrição emocional como estão?

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Vivemos numa sociedade com problemas de intimidade.

 

Resultado de uma longa e penosa história, em que a sexualidade foi (para alguns ainda é) considerada pecado. Ainda pairam sobre ela tabus, vergonha, um lado obscuro que a mantém nas penumbras dos prazeres lícitos.

 

Mas, como pode o sexo ser algo vergonhoso se todos nós vimos dele?

 

O desalinhamento com esta noção sombria da sexualidade aumenta, sempre que penso que é através dela que geramos os nossos filhos! Os nossos filhos, os seres mais extraordinários, perfeitos com as suas imperfeições, as pessoas mais importantes das nossas vidas que amamos incondicionalmente!

Viemos ao mundo para amar, para viver como se estivéssemos eternamente apaixonados e em harmonia com todos os Seres, com a Natureza e com o Universo!

 

Admitamos, somos uma sociedade sedenta de amor e conexão!

 

Somos dotados de um corpo com, pelo menos, 5 sentidos, 5 formas de poder sentir, saborear e desfrutar, em intimidade profunda, uma das energias mais naturais, poderosas e saudáveis – a orgásmica!

Ainda assim, vivem-se vidas cinzentas, com pouco ou nenhum prazer.

Mas, se viemos ao mundo para amar e estar em conexão, o que nos impede?

Vou-vos contar uma história:

Imaginem que cada um de nós nasceu para ser rei/rainha. O nosso trono está no CORAÇÃO, onde está guardada a nossa sexualidade. A MENTE é o servo responsável por guardar a porta do coração.

Eis que o servo (Mente), numa tentativa de proteger o coração, por ter medo das histórias e mitos que ouviu, pelas crenças limitativas que desenvolveu, até por experiências vividas; fecha a porta do coração para este não sofrer. Deixando a sexualidade lá fechada, como que adormecida!

 

Viver uma sexualidade saudável, em profunda intimidade, com Amor – é uma das dimensões que mais contribui para a nossa qualidade de vida, para uma realização plena, para vivenciarmos o “Melhor de Nós”!

 

Mas a culpa associada aos tabus da sexualidade, o medo de ser rejeitado/abandonado/magoado, a vergonha/insegurança fruto de uma baixa auto-estima; bem como o ritmo acelerado do nosso dia-a-dia; são sentidos pela mente como ameaças ao nosso bem-estar. Ativando os padrões de respostas face ao perigo (fugir, lutar, congelar, desfalecer), originando bloqueios que limitam a forma de experienciarmos a sexualidade!

E, acabamos por fazer amor como fazemos tudo o resto: a correr, sem desfrutar! O que leva a uma sexualidade vivenciada como se viajássemos em turística, quando podíamos viajar em executiva!

Uma viagem na qual nem sempre “estamos lá a 100%”, já que a nossa mente vai dando umas escapadelas: relembrando histórias de vergonha e medo, fazendo julgamentos sobre o corpo, ou até mesmo, relembrando preocupações do dia-a-dia (ex.: “ to do list”).

 

Uma atitude mindful é fundamental para uma sexualidade saudável, isto é, estar verdadeiramente “presente”, com intenção, com curiosidade, sem julgamentos.

 

Conectados connosco ao nível do corpo/coração e mente para que a energia possa fluir. Para vivenciarmos uma intimidade profunda há que ter coragem de nos permitirmos estar vulneráveis, saber os nossos limites e comunica-los, deixarmo-nos ser vistos como somos, praticar a auto-compaixão, aceitando as nossas imperfeições como perfeitas; amar-nos, estimar-nos – ter uma auto-estima saudável.

Só quando damos a conhecer a nossa essência, podemos amar e sermos amados em profundidade, e não apenas ao nível racional (superficial).

 

De realçar que, em estudos, o sexo descomprometido com vários parceiros parece não produzir os mesmos efeitos benéficos para a saúde; na verdade, pode mesmo levar a um envelhecimento precoce, uma vez que é passível de provocar tensão e preocupações!

Num nível superficial corre-se o risco da sexualidade ser vivenciada de modo distorcido, não saudável. Podendo até tornar-se num vício para pessoas com feridas profundas, com baixa auto-estima, desconectadas, podem encontrar no prazer do ato sexual uma forma de se manterem entorpecidas e assim não terem de se confrontar com as dores que as atormentam.

Como em qualquer vício, com o tempo, diminui a obtenção de prazer, pelo que entram numa compulsão, neste caso, em ter dificuldade em controlar o impulso de satisfazer fantasias. Não se conseguem concentrar em outra coisa que não seja a realização das suas fantasias sexuais, afetando sua produtividade no trabalho, nas relações sociais e afetivas.

 

O nosso corpo é sagrado, é lindo tal como é (em todas as fases da vida).

 

É merecedor de cuidados, para além dos mais superficiais ao nível estético, deve ser bem nutrido, exercitado, estimado. Quando falamos de sexualidade saudável falamos de intimidade profunda com alguém que honre esta cumplicidade, zelando pelo nosso bem-estar.

 

O corpo de homens e mulheres tem uma energia natural orgásmica que, quando é vivida na sua plenitude, tem inúmeros benefícios para a saúde física, psicológica/emocional.

 

O neuropsicólogo Davis Weeks, do Royal Edinburgh Hospital, na Escócia, alerta-nos para os seus inúmeros benefícios, principalmente com o avançar da idade, de uma vida sexual saudável ativa, já que reduz o risco de morte prematura e melhora a qualidade de vida.

A sexualidade estimula a produção de hormonas saudáveis, como serotonina, dopamina e oxitocina – hormona do amor e da conexão. Ajuda a criar neuroplasticidade, (i.e. a capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se) ajuda-nos a encarar novas experiências, ao substituir o medo por prazer; para além de evitar a demência.

A libertação de endorfinas, hormonas que nos dão a sensação de prazer, agem como um analgésico e ansiolítico natural, ajudam a relaxar e a descansar melhor – proporcionando o fortalecimento do sistema imunitário. Aumenta a qualidade da circulação sanguínea, levando mais oxigénio aos órgãos, facilitando a eliminação de substâncias nocivas ao organismo (como as que provocam cansaço ou o aparecimento de doenças).

Proporciona exercício aos músculos, ao coração e pulmões, queima calorias e diminui os níveis de colesterol. As contrações musculares que se verificam durante o orgasmo elastificam os músculos urogenitais de mulheres e homens – importantes para uma próstata saudável e evita problemas de incontinência, numa fase posterior da vida. O sexo estimula ainda a segregação de estrogénios, a chamada “hormona feminina” com efeito positivo sobre o aspeto da pele e do cabelo.

Se, até do lado da ciência, a mensagem é “fazer amor é bom para a saúde!”, o que nos falta?

 

É preciso coragem!

 

Pedir autorização à nossa mente para “abrir a porta do coração”, ter a ousadia de estarmos vulneráveis, pois, só assim conseguimos vivenciar verdadeira intimidade, livres do medo de abandono ou rejeição.

Vamos acordar os nossos 5 sentidos e desfrutar do nosso poder enquanto seres humanos!

 

É altura de libertar a sexualidade de modelos desatualizados:

quer dos demónios passados que levaram meninas, raparigas e mulheres a acreditar que tinham de tapar a pele, como se o facto de a expor fosse um convite para os homens “pecarem”; como dos modelos que incitam a exposição desmedida, com base num ideal de beleza inalcançável, com o objetivo de se tornarem mais desejáveis e assim, supostamente, mais dignas de ser respeitadas e amadas!

 

É tempo de mudarmos, por nós e pelas gerações mais novas. Afinal, que histórias lhes andamos a contar sobre os seus corpos, a intimidade, a sexualidade, o amor?  

Estamos a passar-lhes um modelo de “empowerment” da sexualidade, que traga para a luz esta dimensão tão importante para a qualidade das suas vidas, para que a vivenciem a um nível superior?

 

É tempo de mudar a história, ter coragem para abrir a porta do coração e dar-lhe um final feliz!

 

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